sexta-feira, 11 de março de 2016

Estudar Música

Primeiros passos para estudar música





Muitas pessoas gostam de música e tem interesse em aprofundar-se neste artesanato. Hoje temos várias fontes de informação disponíveis como livros, revistinhas, vídeos na internet, amigos, além do tradicional professor de música.
Escolher instrumento é o primeiro passo, não há músico que só leia livros, e é aconselhável escolher um pela paixão mesmo, afinal você ficará horas debruçado sobre ele, não se intimide pela dificuldade inicial, claro que disposição e espaço físico muitas vezes contam, se você mora em apartamento fica difícil tocar uma harpa ou uma bateria.
Se você contenta-se apenas em arranhar um violão, guitarra ou teclado, muitas vezes um amigo ou vídeo aulas são suficientes para saciar sua curiosidade, mas para quem busca um contato mais intimo e direto, e não quer sofrer tanto sozinho, o bom mesmo é procurar um professor.
Apesar do estudo de música estar associado ao lazer e entretenimento, há dois tipos de pessoas que buscam o ensino em escolas. Um que quer apenas se divertir, e outro que busca aprofundar seus conhecimentos e possivelmente se tornar um profissional na área.
Com o decorrer do curso ambos encontram a principal barreira nos tempos atuais, o tempo. Para se estudar um instrumento, seja ele o violão, piano, voz, bateria ou qualquer outro, necessita-se desenvolver a coordenação motora, a parte mecânica funcional digamos assim. E só há um jeito para isso, prática e muita repetição.
Precisa-se de tempo para praticar, tempo diário. E este não é um problema apenas de adultos que dividem sua vida pessoal com o trabalho, as crianças muitas vezes fazem um a dois cursos extracurriculares por dia, ou pela imaturidade não sabem dividir seu tempo entre deveres e lazer.
Mas há quem se dedique e consiga estudar, não às 8 horas de piano que Mozart estudava! E logo encontra muito material disponível e precisa organizar sua atenção.
Há quatro pilares importantes no estudo de música:
A parte prática do instrumento, aonde se se encontra e desenvolve sozinho as técnicas específicas, como arpejos, vibratos, fraseado, etc...
A parte em conjunto, como tocar numa banda ou orquestra. Músico que não consegue tocar bem em conjunto é como um jogador de futebol que só sabe chutar pênaltis.
A parte teórica, pois é preciso saber ler diversas formas de linguagem, como partituras, cifras, partituras gráficas, manosolfa, etc... para encontrar diversas fontes de informação. Quando estamos iniciando os estudos às partituras e cifras são um desafio a ser cumprido, depois que dominamos a leitura, elas são apenas o ponto de partida.
E a última e tão importante quanto às outras é ouvir música e adquirir repertório, deve-se ouvir de tudo e buscar sempre novas fontes de informação e inspiração.


Puplicado em abluesados.blogspot.com em 31/05/2012 por Thiago Rabay



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